A TNC é a maior organização de conservação ambiental do mundo. Estamos em mais de 30 países, adotando diferentes estratégias com um objetivo comum: proteger a natureza e preservar a vida.
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Veja aqui diversas publicações da TNC ou de parceiros, a respeito de nossos projetos e planos de conservação.
Saiba mais sobre o trabalho da TNC no Brasil em nosso Relatório de Atividades 2010. No nosso site disponibilizamos nossos relatórios anuais (.pdf) mais recentes para consulta. Caso tenha interesse em relatórios de anos anteriores, envie mensagem para o endereço brasil@tnc.org.
Este link disponibiliza as apresentações feitas no workshop Boas Práticas Agrícolas e Sustentabilidade: o caminho para certificação ambiental, realizado pela TNC e parceiros, e destinado a produtores rurais, empresas e entidades em geral interessadas no gerenciamento sustentável da produção agrícola. As apresentações incluem programas de empresas e associações ligadas à cadeia produtiva da Soja, palestras de especialistas nacionais e internacionais, certificadores, entidades de extensão rural e organizações ambientais.
Esta publicação foi elaborada com o objetivo de enfatizar a importância social, ambiental e econômica da adoção de boas práticas agrícolas na cadeia produtiva da soja e dos diversos acordos e certificações socioambientais aplicáveis à commodity e seus derivados. Apresenta, também, informações básicas sobre a representatividade da soja no mercado mundial, dando-se maior ênfase no mercado brasileiro.
Com esta publicação apresentamos o primeiro volume da série Sustentabilidade Financeira para Áreas Protegidas. Esta série apresenta mecanismos, metodo- logias e estratégias desenvolvidas pela TNC e parceiros para fazer frente ao desafio da gestão financeira das áreas protegidas no Brasil.
O objetivo deste guia foi identificar a estrutura e o funcionamento de projetos e atividades subna- cionais de REDD+ que possam contribuir tanto para a construção de sistemas nacionais quanto para o mecanismo internacional de REDD+ que se propõe no âmbito da Convenção do Clima (UNFCCC).
O Pequeno Livro Vermelho do REDD mostra como as propostas de REDD se desenvolveram ao longo do tempo, evoluindo direta ou indiretamente das propostas anteriores. O mais importante é que ele mostra o quanto elas têm em comum – que para cada ponto de divergência há diversos pontos de acordo – e aponta para a emergência de um conjunto de princípios e abordagens comuns.
Este guia tem como objetivo contribuir para que processos semelhantes sejam realizados em outros países onde o tema REDD+ também represente riscos e oportunidades. Esperamos que este processo possa ser replicado de forma participativa, aberta à sociedade civil e com efetiva participação de representantes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares.
A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira - COIAB apresenta aos leitores a publicação Mudanças Climáticas e os Povos Indígenas que, de forma resumida e em linguagem simples, traz explicações sobre o que são mudanças climáticas e suas relações diretas e indiretas com povos indígenas e seus territórios.
A luta dos povos indígenas dos últimos anos tem sido marcada pelo novo desafio de compreender e assegurar sua participação nos processos de discussão e tomada de decisão no cenário político nacional e internacional sobre as mudanças climáticas. Essa temática é de relevante interesse dos povos indígenas, pois afeta de forma direta e indireta seus territórios e costumes. Neste sentido a COIAB dispõe para os povos indígenas este instrumento para auxiliar na gestão de seus territórios e subsidiá-los com informações do panorama atual de Mudanças Climáticas e Redução por Emissões por Desmatamento e Degradação - REDD.
A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) e a TNC apresentam aos leitores a publicação O BNDES e os Povos Indígenas que, de forma resumida e em linguagem simples, traz uma caracterização do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e suas relações diretas e indiretas com povos indígenas e seus territórios.
Este trabalho apresenta conclusões importantes, pois ao contrário de serem considerados uma ameaça para o país, ao seu desenvolvimento e à sua unidade política e territorial, os indígenas que conduziram o estudo mostram que seus territórios e os recursos naturais, hídricos e da biodiversidade existentes neles, contribuem para o desenvolvimento do Brasil.
Belém e Marabá participam da Carta da Amazônia. Leia mais
Edital destina R$ 400 mil para criação e gestão de RPPNs na Mata Atlântica. Leia mais
Congresso para Discutir Áreas Úmidas no Brasil. Leia mais
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76% Programas de conservação
14% Funções administrativas
10% Arrecadação de fundos e programas de membros